Maria Asuncion Collante

No Paraguai está ocorrendo uma situação política muito importante, no dia 31/03 ocorreu um grande incêndio no congresso e a polícia reprimiu muito, principalmente as mulheres.

Nessa repressão a polícia prendeu mais de 200 pessoas que não tinham nada haver com o incêndio do congresso, entre essas 200 pessoas 20 mulheres foram obrigadas a tirarem sua roupa para serem revistadas durante a repressão.

Nesse contexto estamos tendo grandes retrocessos a direitos básicos das mulheres e estamos ficando muito preocupadas porque sem esses direitos é uma situação muito preocupante porque é uma visão muito próxima da da ditadura.

Por isso a partir de nosso movimento alternativa socialista queremos construir um feminismo que organize as mulheres universitárias, secundaristas e trabalhadoras que possam ser protagonistas de cada espaço.

Um desafio para nós no Paraguai é construir um movimento próximo ao que nós aprendemos aqui no acampamento.

Escutando a realidade das mulheres de todo o mundo e do Brasil falo para vocês que a realidade das mulheres no Paraguai não é diferente.

A perseguição as mulheres universitárias, campesinas e trabalhadoras tem aumentado muito por conta do governo Carles.

Por isso a partir de nosso movimento alternativa socialista queremos construir um feminismo que organize as mulheres universitárias, secundaristas e trabalhadoras que possam ser protagonistas de cada espaço.

Um desafio para nós no Paraguai é construir um movimento próximo ao que nós aprendemos aqui no acampamento.

[CASTELLANO]

Escuchando a la realidad de las mujeres de los diferentes paises y de Brasil quiero contarles que la realidad paraguaya encuanto a mujeres no es diferente.

La persecución a mujeres campesinas, universitarias, secundarias los ultimos tiempos se ha acentuado mucho gracias al gobierno del actual presidiente de Paraguay, Cartes

En Paraguay esta ocuriendo una situación política muy importante. En el incendio del Congreso en 31/03 la policía reprimió a muchas personas, y más a mujeres.

La policía empezó a detener más de 200 personas que no tenían nada que ver en la manifestación, entre esas 200 personas más de 20 mujeres fueron obligadas a sufrir torturas y ser desnudadas en la represión.

En este contexto, nosotros estamos vendo un gran retroceso a derechos básicos de las mujeres y esa es una situación muy preocupante porque vemos una visión muy próxima a una dictadura.

Por eso con nuestro movimiento Alternativa Socialista queremos construir un feminismo que pueda estar con las mujeres campesinas, trabajadoras, universitarias, secundarias, que puedan ser las protagonistas en cada espacio social.

Entonces voy con el desafío de formar allá en Paraguay un movimiento de masas y a la izquierda a partir de la experiencia que tuvo acá en el campamento.