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Clipping Semanal do Observatório Internacional da Fundação Lauro Campos – 02/12

CLIPPING SEMANAL DO OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL DA FUNDAÇÃO LAURO CAMPOS – 02/12

Nesta edição do Clipping Semanal do Observatório Internacional, destacamos os seguintes tópicos da imprensa mundial: a cúpula do G-20 em Buenos Aires, os protestos na Colômbia contra a política econômica de Iván Duque, a busca por um quarto mandato de Evo Morales, as denúncias de corrupção contra a burocracia venezuelana, o julgamento dos assassinos de Berta Cáceres em Honduras, a tensão da caravana de migrantes na fronteira dos EUA com o México, as manifestações na França e na Catalunha, a previsão de prejuízos econômicos com o Brexit, o acirramento das animosidades entre Rússia e Ucrânia, o rechaço à visita do príncipe saudita à Tunísia.

Desejamos a todos uma excelente leitura internacionalista!

Charles Rosa – Observatório Internacional da FLC 


ARTIGOS E NOTÍCIAS DA IMPRENSA MUNDIAL

Cúpula do G-20

 

The Guardian (30/11): Cúpula do G-20: podem os líderes mundiais encontrarem unidade – ou isso é simplesmente exibicionismo?“, por Julian Borger (em inglês)

Dez anos depois da primeira cúpula do G20 – convocada em um esforço para aliviar a crise financeira global – os anfitriões argentinos estão lutando para encontrar um terreno comum entre os chefes de Estado e governo representando 19 das maiores economias nacionais e a UE – 85% dos produção econômica global. Um fórum destinado a ser uma potência de governança global tornou-se um palco para um número crescente de líderes autoritários e populistas que estão lá para se exibir para seus seguidores em casa. Seu poder depende de desafiar dramaticamente a ordem baseada em regras que o G20 foi criado para promover. Eles estão convergindo em Buenos Aires como jogadores de pôquer de trilhões de dólares – um bando esquisito, cada um focado em ganhar, ou ser visto vencendo, às custas dos outros.

The Guardian (02/12): “Donald Trump e Xi Jinping declaram trégua comercial no G20“, (em inglês)

Donald Trump adiou por 90 dias sua ameaça de imposição de tarifas de 25% sobre as importações chinesas depois de um jantar com Xi Jinping, para dar tempo às negociações sobre disputas comerciais de longa data entre os dois países, disse a Casa Branca. Trump disse que o jantar depois da cúpula do G20 em Buenos Aires “foi um encontro incrível e produtivo, com possibilidades ilimitadas para os Estados Unidos e a China”. Um comunicado da porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, divulgou que Trump estava voltando para Washington, listando as concessões que o presidente chinês teria feito, incluindo a suspensão das exportações chinesas para os EUA do fentanil, um opióide sintético e a sentença de morte. para traficantes condenados.

CNN (30/11): A cúpula do G-20 é um vislumbre na futura ordem global“, por Nic Robertson (em inglês)

Trump disse ao The Wall Street Journal que está prestes a impôr tarifas da ordem de 267 bilhões de dólares à China e indicou ser improvável que não aumente de 10% para 25% o tributo sobre 200 bilhões de dólares em comércio.  Seu conselheiro econômico tentou injetar algum otimismo na reunião, dizendo que existe uma “boa possibilidade” de se chegar a um acordo, caso sejam cumpridas certas condições de “equidade e reciprocidade”, inclusive no que diz respeito às questões de propriedade intelectual, tecnologia e tarifas alfandegária.

El País (29/11): “Cúpula do G20 expõe tensões entre as grandes potências“, por Enric González (em português)

O mundo está nas mãos de algumas poucas pessoas. São as que se reúnem a partir desta sexta-feira em Buenos Aires. O chamado Grupo dos 20, ou G-20, raramente gera soluções. Mas abre vias para o diálogo e, em sentido contrário, revela as fraturas mais ameaçadoras para a humanidade. A cúpula, presidida neste ano pela Argentina, desta vez se inclina pela segunda opção. A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e a incredulidade de Donald Trump quanto à mudança climática soam tão ameaçadoras que os objetivos se limitam a evitar escândalos e rupturas. Existe o risco de um fracasso. E um fracasso vai além de uma rixa entre dirigentes políticos: às vezes significa miséria e morte para milhões de pessoas.

Protestos na Colômbia

EFE (28/11): “Nem o dilúvio em Bogotá acalmou os estudantes colombianos“, (em espanhol)

Milhares de estudantes foram às ruas de toda a Colômbia nesta quarta-feira, com o apoio de sindicalistas, camponeses e indígenas, em outra jornada de protestos por mais recursos para as universidades que transcorreu quase sem incidentes e na qual nem sequer um dilúvio que caiu em Bogotá deteve os manifestantes. Os estudantes começaram sua greve em 11 de outubro passado para chamar a atenção sobre a situação das 32 universidades públicas, que necessitam 1 bilhão de dólares para garantir seu funcionamento.

Evo Morales

El Periodico (29/11): “Evo Morales buscará o quarto mandato e oficializa sua candidatura à reeleição presidencial” (em espanhol)

Com a esperança de seguir governando a Bolívia, o Movimento ao Socialismo (MAS), registrou no Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) a candidatura do mandatário Evo Morales e de seu vice-presidente Álvaro García Linera, rumo às eleições de 2019, para competir nas urnas por um novo mandato. Seis fórmulas eleitorais registraram-se ante o TSE, a dois meses das primeiras eleições primárias da história política do país. O principal concorrente de Morales, segundo as pesquisas, é o ex-presidente Carlos Mesa, acompanhado pelo advogado Gustavo Pedraza.

Venezuela

El País (29/11): “Empresas chinesas pagaram 772 milhões de reais em subornos para obter contratos na Venezuela“, (em português)

O chamado Grande Volume, um megacontrato de 20 bilhões de dólares (77,2 bilhões de reais) selado em 2010 entre a Venezuela e a China, se tornou um ninho de corrupção. A construção de infraestrutura de energia no país sul-americano ocultou um negócio fabuloso de comissões ilegais. Uma investigação da Justiça de Andorra revelou que o empresário venezuelano do ramo de segurosDiego Salazar e seus colaboradores receberam 200 milhões de dólares (772 milhões de reais) de cinco empresas chinesas. A rede de Salazar escondeu seu saque na Banca Privada d’Andorra (BPA), um banco que foi fechado em 2015 pelas autoridades do pequeno principado dos Pirineus por lavagem de dinheiro. A China concedeu um empréstimo à Venezuela por intermédio do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) e contribuiu com dois terços dos recursos. O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (Bandes) estava encarregado de administrar os fundos. Um grande plano para modernizar a Venezuela. E uma oportunidade suculenta para sujeitos como Salazar.

El Comercio (29/11): “Maduro aumenta em 2,5 vezes o valor do salário mínimo na Venezuela“, (em espanhol)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aumentou hoje em 2,5 vezes o valor do salário mínimo no país, que aplica para a maioria dos trabalhadores públicos, e o reajustou em 4500 bolívares ou pouco mais de 52 dólares por mês, caso se observe a taxa de câmbio oficial. Os mesmos 4500 bolívares, que são trocados por menos de 10 dólares no mercado paralelo e ilegal, segundo as leis que regem o férreo controle cambial que existe no país desde 2003, aplicam para todos os aposentados venezuelanos e as chamadas “tabelas salariais” dos funcionários públicos.

Julgamento dos assassinos de Berta Cáceres

The Guardian (29/11): “Berta Cáceres: sete homens condenados por assassinato de ambientalista hondurenha“, (em inglês)

Sete homens foram considerados culpados do assassinato da indígena ambientalista hondurenha Berta Isabel Cáceres. Um oitavo réu, Emerson Duarte Meza, foi inocentado e libertado na quinta-feira. Cáceres, ganhadora do prêmio Goldman por defensores do meio ambiente, foi morta a tiros em 2 de março de 2016 – dois dias antes de completar 45 anos – após uma longa batalha para interromper a construção de uma represa hidrelétrica financiada internacionalmente no rio Gualcarque. Lenca as pessoas consideram sagrado. O tribunal determinou que o assassinato foi ordenado por executivos da companhia de água de Agua Zarca, Desa, por causa de atrasos e perdas financeiras ligadas a protestos liderados por Cáceres. O assassinato foi contratado para um grupo de pistoleiros que foram pagos para matar Cáceres.

Caravana de migrantes

Time (29/11): “A caravana migrante não está causando a crise na fronteira. Trump está“, por Jorge Ramos (em inglês)

Tijuana, Mexico. Um imenso campo de refugiados a poucos minutos da fronteira no sul dos EUA. Milhares de centro-americanos chegando na cidade mais ao norte do México, Tijuana, numa tentativa de modificar suas vidas. Alguns com lembranças cruas de seus olhos, e os olhos de seus filhos ardendo por causa do gás lacrimogêneo.  Uma fronteira quase fechada para aqueles que querem solicitar asilo político. E um novo governo mexicano prestes a assumir.  Esta é a crise projetada pelo governo Trump.

 

Oposição nos EUA

NY Times (27/11): “Nancy Pelosi é escolhida para ser a porta-voz da maioria democrata“, (em inglês)

A deputada Nancy Pelosi venceu com uma longa margem a indicação democrata nesta quarta-feira para ser porta-voz quando o novo Congresso tomar posse em janeiro, mas a dissidência de 32 democratas indica que ela deverá enfrentar muita resistência interna, uma vez que seu partido assuma o controle da Câmara.

Tensões entre Rússia e Ucrânia

BBC Mundo (27/11): “Conflito Rússia e Ucrânia: 3 chaves que explicam a tensão entre ambos os países“, (em espanhol)

As tensões entre a Rússia e a Ucrânia aumentaram durante meses nas águas que rodeiam a península da Crimeia, que Moscou anexou em 2014. Ambos os países enfrentaram-se – de forma indireta – em terra, com as forças ucranianas combatendo os separatistas apoiados pela Rússia no leste da Ucrânia. No último domingo, 25 de novembro, num incidente descrito como “perigoso”, as forças armadas de ambos os países enfrentaram-se pela primeira vez de forma direta no mar, quando a Rússia capturou três barcos da armada ucraniana na costa da península da Crimeia.

Protestos na Catalunha contra a austeridade

El País (29/11): “Os protestos sociais desafiam Torra depois de seis anos do ‘procés‘”, (em espanhol)

O Govern de Quim Torra enfrenta hoje a quarta jornada de protestos laborais e sociais que pedem reverter os cortes aplicados desde 2011. OS professores e funcionários se somam à greve que desde segunda-feira mantêm os médicos e que ontem também mobilizou estudantes e bombeiros, até as portas do Parlament. Trata-se de reivindicações que tiveram na cabeceira do procés. Torra, que ontem não tinha agenda pública, guardou silêncio.

Protestos dos “Coletes Amarelos”

Time (30/11): “Guerra Civil’ na França enquanto Coletes Amarelos direcionam a fúria para Macron“, (em inglês)

De um lado, está um líder global extremamente poderoso que fez sua fortuna como banqueiro de investimentos, e depois, aos 30 anos, assumiu o poder da sétima maior economia do mundo. Mobilizado contra ele: Uma massa crescente de manifestantes fervendo de frustração e desprezo, que as pesquisas de opinião disseram nesta semana ter o apoio de dois terços do país. Emmanuel Macron é esse líder, claro. O presidente francês desembarcou na Argentina esta semana para a cúpula anual do G-20, como um dos líderes mais importantes do grupo. Mas deve parecer um período de férias em comparação com a bagunça de volta para casa, a 11 mil quilômetros de distância.

The Observer (02/12): “Conflitos em Paris: governo francês considera estado de emergência sobre protestos de ‘gilets jaunes’“, (em inglês)

Mais de 250 pessoas foram presas e pelo menos 100 ficaram feridas – incluindo um manifestante que estava em estado grave no sábado à noite – depois da violência, à margem das manifestações fiscais anti-combustível mantidas pelo movimento de protesto dos cidadãos conhecido como gilets jaunes. (coletes amarelos). Macron, que estava participando da cúpula do G20 em Buenos Aires, disse que lideraria uma reunião de emergência de ministros do governo depois de retornar a Paris no domingo de manhã. Ele disse: “Nenhuma causa justifica que as forças de segurança sejam atacadas, lojas pilhadas, edifícios públicos ou privados incendiados, pedestres ou jornalistas ameaçados ou que o Arco do Triunfo esteja manchado”.

Brexit

CNN (28/11): “O governo do Reino Unido diz que seu acordo Brexit vai prejudicar a economia“, (em inglês)

É oficial: o plano do governo britânico para deixar a União Européia será ruim para a economia. O governo publicou um relatório na quarta-feira que descreve os custos econômicos associados a uma série de cenários Brexit. O Banco da Inglaterra seguiu no final do dia com sua própria avaliação. O Reino Unido estaria em pior situação em todos os cenários estudados pelo governo. As autoridades não estimaram o impacto preciso do acordo que a primeira-ministra Theresa May negociou com a União Européia, mas mesmo na melhor das hipóteses isso também significará uma economia mais fraca do que permanecer no bloco.

Rechaço à visita de príncipe saudita à Tunísia

El País (28/11): “Protestos na Tunísia contra a visita de Bin Salman pelo assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi“, (em espanhol)

Depois de haver passado por Abu Dabi, Bahrein e Egito, o príncipe herdeiro saudita chegou nesta terça-feira pela tarde na Tunísia onde tão somente passará algumas poucas horas para se reunir com o presidente Beji Caid Essebsi. A estratégia de Bin Salman para limpar sua imagem internacional com este giro pelos países aliados não caiu muito bem na Tunísia, onde a sociedade civil se mobilizou para mostrar seu total rechaço à visita do herdeiro saudita. A ONG Human Rights Watch pediu à justiça do país que investigue a implicação do príncipe herdeiro nos supostos crimes de guerra cometidos pela Arábia Saudita no Iêmen assim como sua possível cumplicidade no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.

Israel

Al Jazeera (02/12): “Polícia de Israel recomenda que Netanyahu seja acusado por suborno” (em inglês)

A polícia israelense disse que sua investigação encontrou evidências suficientes para que acusações de suborno e fraude sejam apresentadas contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa, em um terceiro caso de corrupção contra o líder. Autoridades  disseram que Netanyahu concedeu favores regulatórios ao Bezeq, o maior grupo de telecomunicações de Israel, em troca de uma cobertura mais positiva dele e de sua esposa no site de notícias subsidiárias da Bezeq, Walla.

Protestos no Zimbábue

Vox of America (30/11): “Governo do Zimbábue pede à oposição para parar protestos econômicos“, (em inglês)

Os partidários da oposição marcharam quinta-feira na capital do Zimbábue, exigindo que o governo faça mais para consertar a economia afundando. O governo permitiu o protesto, mas disse que as marchas só irão atrapalhar o progresso. Antes da manifestação, o presidente Emmerson Mnangagwa advertiu a oposição a não abusar de seu direito de demonstrar o envolvimento em atos violentos ou indisciplinados.

Partido Comunista Chinês

Bloomberg (27/11): “Jack Ma confirmado como membro do Partido Comunista Chinês“, (em inglês)

Jack Ma, co-fundador da empresa mais valiosa da China, foi oficialmente confirmado como membro do Partido Comunista em um jornal apoiado pelo Estado, reconhecendo líderes empresariais por suas contribuições para o desenvolvimento do país. Ma, co-fundador e presidente do gigante do comércio eletrônico Alibaba Group Holding Ltd., é uma das 100 pessoas que o Comitê Central do Partido Comunista da China homenageará como parte de uma comemoração que marca 40 anos da reforma e abertura econômica do país. Os homenageados também incluem o CEO da Tencent Holdings Ltd., Pony Ma, o CEO da Baidu Inc., Robin Li, a estrela do basquete Yao Ming e o treinador de voleibol Lang Ping.


Artigos e debates da esquerda internacional

 

Brexit

SWP (27/11): “A luta frenética de May no votação do acordo do Brexit“, por Tomáš Tengely-Evans, (em inglês)

Theresa May e as grandes empresas estão tentando desesperadamente convencer os deputados a apoiar o acordo Tory Brexit. O tempo está se esgotando para a primeira-ministra conservadora. Maio colocará seu Acordo de Retirada da União Européia (UE) em uma votação parlamentar em menos de duas semanas na terça-feira 11 de dezembro. May foi cercada de todos os lados quando embarcou em sua turnê pela Grã-Bretanha na segunda-feira para angariar apoio para o acordo. Um número crescente de apoiadores de direita da Tory disseram que votarão contra o “documento de rendição”. E os fanáticos do Partido Democrático Unionista (DUP), que apoiam o governo Conservador, disseram que não vão apoiá-lo. May foi reduzida a uma tentativa mal-sucedida de conquistar deputados trabalhistas em um briefing especial na noite de segunda-feira.

Grécia

Viento Sur (30/11): “Cicatrizes da crise grega: repressão social e perseguição política“, por Erly Quizhpe, (em espanhol)

As duras medidas que implantou a Grécia para afrontar a crise da dívida, e que empobreceram a população, seguem prejudicando os direitos e liberdades dos gregos. As normativas que foram implantadas para poder receber os fundos da União Europeia, através de três resgates, puseram em perigo o direito à moradia e o da liberdade política.

Tunísia

ESSF (26/11): “Exprimimos nossa rejeição categórica à visita de Mohamed Ben Salman na Tunísia“, por Movimentos Sociais da Tunísia, (em francês)

As organizações assinantes também expressam sua profunda preocupação pela recente participação das forças militares tunisianas com as forças militares sauditas nas manobras militares aéreas, a primeira de seu tipo desde a independência. Exigem que as autoridades tunisianas renunciam a seu apoio à coalização liderada pela Arábia Saudita e seu alinhamento incondicional e vergonhoso sobre as posições deste país, inimigas das liberdades, implicadas em graves violação de direitos humanos desde as fronteiras e ameaçando qualquer avanço rumo à democracia na região árabe.

Julian Assange

Rebelion.org (29/11): “Julian Assange encurralado“, por Sally Burch (em espanhol)

O cerco se aperta sobre o fundador do Wikileaks, Julian Assange, que segue em condição de asilado na Embaixada de Equador em Londres. A perseguição internacional cresce e seus direitos são coagidos. Em meados de novembro, filtrou-se (aparentemente de forma involuntária) que existe efetivamente uma acusação sumária contra Assange nos EUA, cuja natureza ainda não se divulgou.

Repressão na China

International Viewpoint (29/11): “China intensifica repressão aos ativistas estudantis marxistas“, por Zhun Xu, (em inglês)

Os estudantes universitários chineses, inspirados por seus estudos sobre Marx, estão enfrentando uma crescente repressão estatal em seu movimento em apoio aos trabalhadores que vêm tentando organizar a Jasic Technology de Shenzhen. Zhun Xu analisa a situação.

Venezuela

Aporrea.org (27/11): “Texto de declaração da Plataforma Cidadã em defesa da CRBV“, (em espanhol)

Insistimos na defesa da Constituição de 1999 e nos opomos a sua revogação. Exigimos que qualquer mudança seja posta em discussão ante o povo e consultada mediante referendo legítimo. Neste sentido chamamos ao levante de um movimento nacional que lhe dê um rotundo “Não!” à Constituição da nova elite do poder.

Palestina

Viento Sur (29/11): “Ahmed Saadat: Reconstruir a resistência mediante o movimento popular“, (em espanhol)

O movimento das pessoas presas no interior das prisões israelense jogou sempre um papel central na luta contra a opressão sionista. Não somente em nosso confronto cotidiano entre ocupantes e pessoas presas, enquanto que a “linha de frente”, senão igualmente em nosso papel na cena política da Palestina.

 

Uma nova página para apoiar e construir novas alternativas na América Latina e no mundo, defendendo o poder dos trabalhadores e do povo contra o 1% dos ricos e poderosos, e uma sociedade sem exploração.

Secretaria de redação

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